Postado por Carolina Barreto do Nascimento em 21/set/2026 -
Prolagos inicia vistorias nas orlas das praias para identificar irregularidades nas ligações de água
Com a proximidade do período de maior movimento na Região dos Lagos, os quiosques das orlas já estão na rota das equipes de fiscalização da Prolagos. A concessionária iniciou uma série de vistorias nesses estabelecimentos como parte das ações de preparação para o verão, quando aumenta a circulação de pessoas nas cidades e também a demanda pelos serviços de abastecimento de água.
As primeiras ações resultaram em 15 quiosques vistoriados no primeiro semestre, com cinco irregularidades identificadas e nove padronizações realizadas. O trabalho terá continuidade e será ampliado para as orlas dos cinco municípios atendidos pela concessionária: Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Armação dos Búzios, Iguaba Grande e Arraial do Cabo.
Durante as vistorias, as equipes verificam as condições das ligações de água dos estabelecimentos e observam possíveis sinais de irregularidades aparentes, além de situações de baixo consumo que possam indicar a necessidade de uma análise mais detalhada. Quando são encontrados indícios que exigem aprofundamento da fiscalização, são realizados os procedimentos necessários para confirmar a regularidade da ligação.
O planejamento prevê uma varredura nas orlas, com vistorias nos 160 quiosques mapeados pelo IBGE na área de concessão. Desse total, 79 estão cadastrados na base comercial da Prolagos. O levantamento também permitirá verificar a situação dos demais estabelecimentos identificados no mapeamento e orientar sobre a regularização, quando necessária.
Para o supervisor de Fiscalização da Prolagos, Fábio Soares, o trabalho também está relacionado à segurança da procedência da água utilizada pelos estabelecimentos e à correta medição do consumo.
“A Prolagos trabalha para garantir água tratada e monitorada aos estabelecimentos, e essa relação também passa pelo uso regular do serviço e pela correta medição do que é consumido. Com a chegada do verão e o aumento do movimento nas praias, esse cuidado ganha ainda mais importância. Queremos que os quiosques estejam preparados para receber moradores e turistas com água de procedência segura e com suas ligações devidamente regularizadas”, afirma Fábio.
Quando uma irregularidade é constatada, a concessionária realiza os procedimentos administrativos previstos para cada situação e, quando necessário, aciona as autoridades policiais para acompanhamento da ocorrência.
Fiscalização também alcança grandes consumidores
A atuação nos quiosques integra um trabalho permanente de fiscalização realizado pela Prolagos em diferentes categorias de consumidores. Somente no primeiro semestre de 2026, 310 estabelecimentos comerciais foram notificados após a constatação de irregularidades no consumo de água. Entre eles, 13 são classificados como grandes clientes, categoria que inclui estabelecimentos de maior consumo, como hotéis e pousadas.
Casos recentes identificados em pousadas de Armação dos Búzios, por exemplo, envolveram o chamado by-pass: um desvio instalado antes do hidrômetro que permite que parte da água utilizada no imóvel não passe pelo equipamento de medição e, consequentemente, não seja registrada. Em ocorrências desse tipo, além da regularização da ligação, o histórico de consumo pode ser analisado para identificar volumes que deixaram de ser contabilizados e realizar a cobrança correspondente, conforme as regras aplicáveis.
As fiscalizações são realizadas a partir de ações programadas, vistorias de rotina, denúncias e análises do comportamento de consumo. Ligações clandestinas e desvios podem provocar perdas de água, vazamentos e interferências na pressão da rede, com reflexos no sistema de abastecimento.
A população também pode contribuir com o trabalho das equipes. Denúncias sobre furtos de água, ligações clandestinas e outras irregularidades podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais de atendimento da Prolagos, por telefone ou WhatsApp, pelo 0800 7020 195.
Postado por paintbox em 26/set/2024 -
Um caminhão-pipa foi apreendido e uma pessoa detida na ação do Inea, com o apoio da Prolagos. Além de ser crime, furto de água da rede pública impacta o abastecimento
Uma operação do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), com apoio da Prolagos e de agentes das Polícias Civil e Ambiental, flagrou pontos de captação ilícita de água e centrais de abastecimento clandestino de caminhões-pipa em diversos pontos de Cabo Frio, nesta quarta-feira (25). As equipes estiveram em cinco endereços, nos bairros Jardim Esperança, Tangará, Jardim Peró e Maria Joaquina. Ao todo, foram desfeitas nove ligações irregulares na rede de abastecimento e uma pessoa foi detida para esclarecimentos.
A ação foi iniciada em um ponto na Rua Bezerra da Silva, onde uma ligação clandestina foi desfeita e um poço lacrado. No Tangará, os agentes estiveram em um imóvel na Rua Castro Alves, onde flagraram outros quatro pontos de “gato”, além de uma cisterna com capacidade para armazenar 150 mil litros de água; bombas e materiais hidráulicos.
Outras ligações irregulares foram encontradas em uma central clandestina na Rua Bahia, no Jardim Peró, onde também havia um reservatório para cerca de 100 mil litros de água. Um caminhão-pipa clandestino que estava no local foi apreendido.

A operação foi concluída em Maria Joaquina, que fica no limite com o município de Armação dos Búzios, em dois endereços: na Rua Laurindo, onde foram interditados dois poços e uma cisterna para 200 mil litros; e na Rua Por do Sol, que tinha uma ligação clandestina e uma cisterna para 100 litros, além de três bombas d’água.
“As fraudes podem impactar negativamente o fornecimento de água, em razão da perda de pressão na rede, além de representar um risco para a saúde da população, devido às precárias condições de armazenamento”, afirma o diretor-executivo da Prolagos, José Carlos Almeida.
É possível denunciar o furto de água por meio do Linha Verde, nos telefones 0300 253 1177 (interior) e 2253-1177 (capital), no aplicativo para celular “Disque Denúncia Rio”, onde usuários com sistema operacional Android ou iOS podem acessar anexando fotos e vídeos, com a garantia de anonimato.

Postado por paintbox em 19/jan/2024 -
Com apoio da Prolagos e da Polícia Civil, fiscais estouraram quatro centrais clandestinas nos bairros do Jardim Peró e Jardim Esperança
Em mais uma grande ação de combate à captação ilícita de água na Região dos Lagos, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizou uma operação em Cabo Frio, nesta quinta-feira (18). Com o apoio da Prolagos e da Polícia Civil, a fiscalização estourou quatro centrais de abastecimento de caminhões-pipa clandestinos localizadas nos bairros Jardim Peró e Jardim Esperança. A ação ocorreu a partir de denúncias anônimas e de investigações feitas pelo setor de inteligência da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA).
No total, foram desfeitos 13 pontos de ligação clandestina à rede da Prolagos e apreendidas seis bombas hidráulicas. Também na ação, foram desativadas quatro cisternas com capacidade entre 50 mil e 200 mil litros. Dois caminhões-pipa que abasteciam ilegalmente, em centrais clandestinas localizadas nas ruas Rio de Janeiro e Valadares foram apreendidos pela fiscalização. Dois homens foram detidos durante a operação para prestar esclarecimentos.
A estimativa é que, somados os quatro locais, a perda média mensal era de mais de 33 milhões de litros, quantidade suficiente para abastecer cerca de 10 mil pessoas. O furto de água da rede impacta o abastecimento como um todo e, no caso da região onde ocorreram as operações, afetava diretamente bairros como Jardim Esperança; Jardim Peró; Boca do Mato, Monte Alegre, Cantinho do Céu, Residencial Monte Carlo, mais conhecido como “Minha Casa, Minha Vida”; Tangará; Colinas do Peró; Reserva do Peró; Parque Eldorado, Caminho de Búzios; e Guriri; entre outros.

“Essas operações são importantes para dar uma resposta à população da nossa região, e mostrar que o consumo de água de caminhões-pipas clandestinos é perigoso, por conta da procedência. É uma água que não é tratada nem certificada. O Inea vai continuar atuando para combater a captação de recursos hídricos ilegais”, garantiu o chefe de Fiscalização do Instituto, Alexandre da Mata.
As denúncias de crimes ambientais em todo o estado do Rio de Janeiro podem ser feitas ao Linha Verde por meio dos telefones 0300 253 1177 (interior, custo de ligação local), 2253-1177 (capital), no aplicativo para celular “Disque Denúncia Rio”, pelo qual usuários com sistema operacional Android ou iOS podem denunciar anexando fotos e vídeos, com a garantia de anonimato.
Fiscalização foi intensificada para o verão
As operações de combate ao abastecimento irregular de caminhões-pipa com água da rede da Prolagos ocorrem durante todo o ano, mas foram intensificadas nas últimas semanas em razão da alta temporada, período em que o consumo aumenta pelo grande número de pessoas na região, entre moradores e turistas.
Apenas entre os dias 7 de dezembro e 9 de janeiro, foram realizadas operações em diversos bairros de Cabo Frio e Armação dos Búzios em que, ao todo, foram desfeitas 27 ligações irregulares à rede; e apreendidos seis caminhões-pipa e 33 bombas hidráulicas. Além disso, 12 cisternas, com capacidade entre 50 mil e 300 mil litros, foram lacradas.
Essas centrais de abastecimento clandestino desviavam, em média, 44 milhões de litros de água, por mês, da rede da Prolagos. A quantidade é suficiente para abastecer mais de 13 mil pessoas, o que equivale a aproximadamente metade da população do município de Iguaba Grande, ou ainda encheria mais de 17 piscinas olímpicas.
Postado por paintbox em 12/jan/2024 -
Perda média mensal estimada foi de 44 milhões de litros nas centrais clandestinas de abastecimento localizadas durante as ações conjuntas entre Inea, Polícia Civil e Prolagos, desde dezembro
Desde o último mês de dezembro, as operações do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), com apoio da Prolagos, para combater o abastecimento clandestino de caminhões-pipa resultaram no fechamento de centrais que desviavam, em média, 44 milhões de litros de água, por mês, da rede da Prolagos. A quantidade é suficiente para abastecer mais de 13 mil pessoas, o que equivale a aproximadamente metade da população do município de Iguaba Grande, ou ainda encheria mais de 17 piscinas olímpicas.
A partir de denúncias anônimas, as ações ocorreram em vários bairros, como Rasa, Capão e Cem Braças, em Armação dos Búzios; no Jardim Esperança, em Cabo Frio; e em Maria Joaquina, no limite entre os dois municípios. Ao todo, foram desfeitas 27 ligações irregulares à rede; e apreendidos seis caminhões-pipa e 33 bombas hidráulicas. Além disso, 12 cisternas, com capacidade entre 50 mil e 300 mil litros, foram lacradas.
Além de ilegal, a prática despressuriza a rede, impactando o abastecimento, principalmente, em locais mais elevados e distantes. A situação torna-se mais crítica em períodos como atual, de elevada temperatura e alto consumo, devido ao expressivo contingente populacional, que chegou ao ápice, na virada do ano, com a presença de 1,6 milhão de pessoas, entre moradores e visitantes. No momento, mais de 850 mil pessoas permanecem na região, o que equivale ao dobro da população que normalmente é atendida ao longo do ano.

“É preciso que a população denuncie essa prática, que também pode atentar contra a saúde pública, já que na manipulação e armazenamento da água desviada da rede, pode haver contaminação. Caso seja necessário, disponibilizamos o abastecimento de forma alternativa, por meio de caminhões-pipa legalizados, dentro dos padrões de qualidade ideais para o consumo”, explicou o diretor-executivo da concessionária, José Carlos Almeida.
Denúncias de crimes ambientais em todo o estado do Rio de Janeiro podem ser feitas ao Linha Verde por meio dos telefones 0300 253 1177 (interior, custo de ligação local), 2253-1177 (capital), no aplicativo para celular “Disque Denúncia Rio”, pelo qual usuários com sistema operacional Android ou iOS podem denunciar anexando fotos e vídeos, com a garantia de anonimato.
Operação em Búzios interdita cinco locais
Nesta semana, o Inea realizou uma grande operação em Armação dos Búzios, com o apoio da Prolagos e da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), para o fechamento de cinco locais onde era feito o abastecimento irregular de caminhões-pipa.
A fiscalização esteve em locais da Rasa, Maria Joaquina e Cem Braças, onde foram desfeitas oito ligações clandestinas à rede. No total, foram apreendidos dois caminhões e 20 bombas hidráulicas. Foram flagradas e interditadas cinco cisternas: duas de aproximadamente 200 mil litros cada; uma de 100 mil litros e duas de 50 mil litros. Três pessoas autuadas pela exploração de recursos hídricos sem outorga. Somados, os pontos clandestinos representavam uma perda média mensal de 20,6 milhões de litros.
Postado por paintbox em 30/dez/2022 -
Pelo segundo dia consecutivo, agentes do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) encontraram um
ponto de abastecimento irregular de caminhões pipa. Desta vez, além de uma ligação irregular que furtava água do sistema público de abastecimento, foram encontrados três poços artesianos, configurando extração irregular de água. A ação aconteceu após denúncia anônima informando a irregularidade na estrada de Botafogo, em Cabo Frio.

A operação deflagrada pela Superintendência Regional Lagos São João (Suplaj) contou ainda com a ação de equipe da Prolagos, que desfez a ligação irregular. Além dos poços, foram encontradas três bombas, canos, além de quatro caixas d’água entre cinco e dez mil litros. “Essa ação tem como objetivo combater a exploração e furto de recursos hídricos na cidade, que se intensifica neste período do ano. A população deve denunciar os caminhões clandestinos, pois consumir água sem procedência pode provocar riscos para a saúde”, reforçou Alexandre Pessanha, chefe da fiscalização do Inea.
No início da tarde de ontem, uma equipe do Instituto, acompanhada da Polícia Militar Ambiental, foi recebida a tiros no bairro Tangará, também em Cabo Frio, quando chegaram para checar denúncia anônima de abastecimento irregular de caminhões pipa. No local foram encontradas oito ligações de água e pontos de abastecimento de caminhões pipa, que foram desfeitas pelos agentes.
Denúncias de crimes ambientais em todo o estado do Rio de Janeiro podem ser feitas ao Linha Verde por meio dos telefones 0300 253 1177 (interior, custo de ligação local), 2253-1177 (capital), no aplicativo para celular “Disque Denúncia Rio”, onde usuários com sistema operacional Android ou iOS podem denunciar anexando fotos e vídeos, com a garantia de anonimato.